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Transição capilar: aprenda as melhores formas de se começar!

O cuidado com os cachos se tornou muito frequente nos últimos anos, iniciando um movimento importante de empoderamento de mulheres que querem largar as progressivas e assumir os cabelos cacheados e ondulados. Isso se tornou tão grande que ganhou um nome específico: transição capilar.

Embora o conceito seja simples, o processo é complexo e envolve variáveis que vão além do cuidado estético, trabalhando a autoestima, autoconfiança e autoimagem da mulher que opta por assumir o seu cabelo natural. Portanto, é preciso conhecer as melhores técnicas para começar a transição com saúde e bem-estar.

Pensando em ajudar você a iniciar esse processo da melhor forma possível, preparamos este conteúdo com as principais informações sobre a transição capilar e como realizá-la corretamente. Acompanhe!

O que é a transição capilar?

Antes de entender como iniciar a transição capilar, precisamos compreender o seu conceito a fim de integrá-lo no dia a dia. Isso porque ele vai muito além da aceitação das madeixas naturais: a transição capilar consiste na suspensão do alisamento e no desenvolvimento de um cuidado mais atento com os fios naturais.

Consequentemente, a transição capilar se torna um estilo de vida. Com ela, as mulheres aprendem mais sobre si, identificam as melhores formas de texturizar os seus fios, descobrem outros looks para combinar com o cabelo cacheado e se reconhecem de outra maneira, já que todo o seu estilo pode ser transformado.

É por isso que o primeiro passo para garantir uma transição que só traga benefícios para sua saúde física e mental é justamente o autoconhecimento. Identificar as expectativas em largar os procedimentos químicos e assumir os fios naturais é fundamental para alinhar seus desejos e objetivos e entender de que forma eles podem ser alcançados.

Além disso, o autoconhecimento envolve o reconhecimento do seu tipo de cabelo, a fim de utilizar os produtos certos logo no início e evitar consequências negativas. A seguir, explicamos as diferentes categorias a partir do seu grau de curvatura:

  • tipo 2A: muito próximo do liso, tem leves ondulações nas pontas e não é volumoso;
  • tipo 2B: ondulações mais marcadas, ainda que não tenha cachos definidos sem uma finalização apropriada;
  • tipo 2C: tem cachos mais definidos, mas não em formato de espiral. Normalmente tem mais volume e fios mais grossos;
  • tipo 3A: cachos mais próximos aos ondulados, são soltos, definidos e mais pesados;
  • tipo 3B: cachos bem formados, com fios grossos e mais armados, com pontas mais ressecadas;
  • tipo 3C: cabelo com frizz e com volume, cachos espiralados, definidos e fechados;
  • tipo 4A: semelhante ao anterior, apresentando mais volume e menos brilho, além de formar um formato de S quanto esticado;
  • tipo 4B: cachos mais agrupados, com fio fino e frágil, normalmente mais volumoso;
  • tipo 4C: cachos unidos e condensados, sendo fundamental a fitagem capilar para defini-los e formar um lindo black power.

Quanto tempo dura a transição capilar?

Quando alguém decide em iniciar a transição capilar, uma das principais dúvidas é em relação ao tempo de duração, já que lidar com diferentes texturas — lisa e cacheada — por muito tempo pode ser desafiador. Como você deve imaginar, ela apresenta extensões de tempo diferentes para cada tipo de cabelo.

Via de regra, a transição tem uma duração de dois meses a um ano. Além disso, a frequência de procedimentos químicos também impacta no tempo da recuperação dos fios e adaptação total do cabelo natural. Afinal, os alisamentos também interferem na estrutura capilar e podem atrasar a transição quando acontecem há muitos anos.

Por isso, muitas mulheres optam por realizar o big chop, um corte rente à raiz para diminuir os impactos da transição e iniciar um novo processo estético, esperando o crescimento capilar acontecer naturalmente sem nenhuma interferência das progressivas. Mas, se você não deseja ousar, existem outras formas de lidar com diferentes texturas, como a finalização.

Quais são os principais desafios durante a transição capilar?

Lembra quando falamos sobre a transformação que uma transição capilar causa? Pois é, como qualquer mudança ela também traz desafios que precisam ser superados para garantir não só um visual impecável, como também garantir momentos necessários de autocuidado e amor próprio.

Nesse sentido, existem dois grandes desafios que as pessoas precisam encarar quando iniciam a transição: o cabelo com duas texturas e a aceitação do novo visual. Num primeiro momento, quando você deixa de usar a química capilar, é esperado que você encontre mechas lisas e cacheadas durante os primeiros meses.

Além disso, uma vez que os cachos começam a ficar mais definidos, é necessário aceitar esse novo visual e conhecer o seu novo perfil estético, encontrando outros looks e combinações que potencializam ainda mais a sua beleza natural. Com o tempo, é possível criar uma excelente relação com o espelho e se sentir confortável em assumir os seus cachos.

Como fazer a transição capilar corretamente?

Agora que você já sabe o que é a transição capilar e quais são os principais desafios, chegou o momento de conhecer as melhores técnicas para realizá-la corretamente e aproveitar cada momento de autocuidado e conhecimento pessoal que esse método oferece, como: cronograma capilar, texturização e finalização.

Para tanto, separamos nos próximos tópicos as cinco técnicas mais eficazes para realizar a sua transição capilar da melhor forma possível. Confira!

Faça o cronograma capilar

Você já ouviu falar em cronograma capilar? Essa técnica deve ser incluída na sua rotina para aprimorar a sua transição. Ele nada mais é do que um calendário de cuidado com os fios, dividido em três etapas indispensáveis: hidratação, nutrição e reconstrução. Cada uma consiste na aplicação de cremes e óleos que recuperam a saúde dos fios.

Quando o cabelo deixa de receber químicas, ele tende a ficar mais ressecado e sofrer com a falta dos elementos que alisam os fios. Nesse sentido, é preciso manter o cabelo bem nutrido e hidratado para evitar que ele fique quebradiço, fino e com muito frizz. Assim, realizando os três tratamentos, é possível diminuir a diferença das texturas e fazer uma finalização mais potente.

Evite o uso de secadores e chapinhas

Outra atitude indispensável é evitar o uso de secadores e chapinhas. Nós sabemos que as diferentes texturas podem acionar a vontade de retornar aos procedimentos químicos ou manter os fios alisados por meio desses agentes externos. No entanto, o calor excessivo também provoca consequências graves quando utilizado com frequência na estrutura capilar.

Uma excelente forma de combater o desejo de usá-los é realizando uma boa finalização, com cremes e óleos apropriados para o seu tipo de cacho. Além disso, quando for necessário secar ou alisar os fios, aplique um protetor térmico e faça uma boa hidratação na próxima lavagem para preservar a saúde dos cachos naturais.

Texturize o cabelo

Ao longo do conteúdo falamos bastante sobre a texturização, mas o que é essa técnica, afinal? Texturizar os fios nada mais é do que modelar os cachos para deixá-los mais uniformes com a ajuda de cremes e óleos, realizando uma excelente finalização. Para fazer isso, você precisa seguir alguns passos:

  • pegue o seu creme de finalização ou leave-in e espalhe uma pequena quantidade nas mãos;
  • faça movimentos de baixo para cima no cabelo úmido, como se estivesse amassando os fios, levando as pontas até o couro cabeludo;
  • nas raízes rebeldes, utilize um gel próprio para o seu tipo de fio e invista na técnica do baby hair, controlando as diferentes texturas;
  • espere os fios secarem e aplique o óleo de argan ou de coco para aumentar o brilho dos cachos, realizando os mesmos movimentos de amassar os fios.

Experimente usar tranças

Para fazer uma boa transição capilar é preciso de criatividade. Com ela, você consegue montar diferentes penteados sem prejudicar a saúde dos fios e, de quebra, disfarçar a mudança de textura na raiz. Uma delas é o uso de tranças soltas, que uniformizam o cabelo sem prendê-los de forma excessiva.

O legal é que você pode brincar entre os mais variados tipos de trança, como as boxeadoras, coques trançados, escama de peixe, trança lateral e a tradicional. Só tome cuidado para não prender os fios todos os dias, deixando-os respirar sempre que possível. Assim você evita a tensão do couro cabeludo e diminui problemas como o aumento da queda de cabelo e ressecamento das pontas.

Seja paciente com o processo

Por fim, não poderíamos deixar de compartilhar uma das dicas mais importantes para fazer uma excelente transição: a paciência. Como explicamos, o processo envolve diversas questões de saúde mental e demanda um autocuidado importante para garantir o sucesso da transformação do seu visual sem prejudicar sua autoestima.

Portanto, seja paciente com você e com o processo. Dependendo do seu tipo de fio e dos anos realizando alisamentos, a transição pode demorar mais tempo e dificultar a aceitação dos fios naturais. Lembre-se de que é um processo longo, mas que oferece empoderamento, autonomia e segurança em assumir um visual que combina totalmente com você.

Quais são os melhores produtos para se usar durante a transição?

No início do conteúdo explicamos que uma das etapas mais importantes para uma mudança saudável é o uso dos produtos certos e a realização do cronograma capilar. Sem eles, é difícil texturizar os fios e modelar os cachos a fim de diminuir as diferenças entre as pontas lisas e a raiz ondulada.

Portanto, existem uma série de produtos que realmente contribuem para a sua transição e auxiliam você a superar os desafios com mais facilidade e segurança. Por meio de ativos como óleo de argan, coco macadâmia e mirra, assim como a manteiga de karité, cupuaçu e murumuru, os produtos fortalecem os fios, deixando-os menos quebradiços e mais brilhosos.

Quer saber mais sobre quais são os melhores produtos de cuidado capilar que você deve utilizar? Continue lendo o nosso artigo que explicamos cada um deles a seguir!

Shampoos leves

A escolha dos produtos certos vai muito além de cremes de hidratação: você precisa começar pelo básico. Na hora da lavagem, opte por shampoos leves e naturais, livres de componentes agressivos como derivados de petróleo e sulfatos. Normalmente eles são mais líquidos e fazem menos espuma, ainda que a sua limpeza seja muito poderosa.

Essa pequena mudança já traz excelentes resultados, diminuindo o ressecamento dos fios e contribuindo para a recuperação mais rápida dos cachos naturais. De quebra, o cabelo desembaraça com mais dificuldade e você conquista mechas mais soltas e livres de nós, sobretudo se utilizar condicionadores leves para complementar a prática.

Cremes de hidratação, nutrição e reconstrução

O cronograma capilar precisa ser o seu melhor amigo durante a transição — e depois dela também! É por meio dele que você consegue repor a água e os nutrientes perdidos, além de selar totalmente as cutículas para preservar as vitaminas naturais dos fios. Consequentemente, a diferença de texturas é reduzida e você consegue modelar os cachos mais facilmente.

Aqui, é fundamental identificar o seu tipo de cacho e realizar uma sessão com o seu cabeleireiro para iniciar os cuidados naturais e cortar o cabelo se necessário. Se você realiza muitas químicas, provavelmente o primeiro passo será a reconstrução para, então, investir pesado na hidratação e nutrição.

Além disso, é importante prestar atenção dos diferentes rótulos para cada etapa. Cremes de hidratação precisam ter uma composição diferente das máscaras de nutrição e de reconstrução, já que cada um precisa apresentar ativos distintos que realizam a sua função corretamente, como:

  • para hidratar, opte por produtos que tenham manteigas vegetais, como de karité, cupuaçu e murumuru, assim como óleo de argan e D-pantenol;
  • para nutrir, escolha as máscaras com óleo de rícino, abacate, coco, macadâmia ou mirra, tanto puros quando aplicados nas fórmulas de cremes nutritivos;
  • para reconstruir, dê preferência à queratina vegetal líquida ou máscaras com esse elemento na fórmula, assim como outras proteínas e aminoácidos.

Óleos capilares

Por fim, os óleos capilares também são excelentes aliados na sua transição. Isso porque eles potencializam a umectação dos cachos, procedimento em que você aplica óleos vegetais em toda a extensão dos fios, preferencialmente 30 minutos antes de lavar o cabelo. Nesse tempo, os ativos do produto penetram nas escamas e nutrem toda a estrutura capilar.

Aqui, é possível escolher óleos naturais como o de coco, argan, rícino ou abacate. Cada um conta com vitaminas A, E, D e C que contribuem para a nutrição dos fios, além de oferecerem um brilho e maciez dias após a prática.

A transição capilar é um movimento importante de mudança pessoal, aceitação e empoderamento feminino. Assumir os cachos e o cabelo crespo ou cacheado é um passo importante para aumentar a sua autonomia e sentir-se bem com o seu corpo. Portanto, é essencial apostar nos produtos certos e nas melhores técnicas para garantir uma transformação bem sucedida.

E então, quer saber mais sobre os produtos mais indicados para os seus fios? Entre em contato conosco para descobrir os cremes e óleos mais indicados para a sua transição!

 

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